Buda e Peste, cada uma na sua margem do rio Danúbio, formam a cidade que é considerada uma das mais bonitas e visitadas da Europa! A nossa viagem foi feita em Novembro, de 2018, e éramos um grupo de 5 pessoas. O percurso que aqui apresento foi o resultado de várias pesquisas em blogs, grupos e sites de avaliações e de viagens!
O nosso Roteiro:
- New York Palace Budapest
- Grande Sinagoga | Museu Judaico | Holocausto Memorial Hall
- Hungarian National Museum
- Zoo Cafe
- Basílica de Santo Estevão
- Memorial da Ocupação Alemã
- Parlamento
- Sapatos à Beira do Danúbio
- Ilha Margarida
- Avenida Andrássy | Ópera de Budapeste | Terror Haza
- Praça dos Heróis | Museu das Belas Artes
- Jardim Zoológico
- Capital Circus de Budapeste
- Termas Széchenyi
- Parque da Cidade | Castelo Vajdahunyad | Anonymus Szobor | Jáki Kápolna
- Miniversum
- 3D Gallery Budapest
- Café Gerbeaud
- Danube Palace
- Ponte da Liberdade | Termas e Hotel Gellért
- Budapest Cave Church
- Citadella | Monumento da Liberdade
- Ybl Budai Kreatív Ház
- Várkert Bazár
- Castelo de Buda | Budapesti Történeti Múzeum
- Labirinto do Drácula
- Ponte das Correntes
- Rudas Baths
- Casa de Houdini
- Igreja de São Matias
- Bastião dos Pescadores
- Igreja de Santa Maria Madalena
- Koller Gallery
- Passeio de Barco pelo Danúbio
- Mercado Central
- Pedra dos 0 Quilómetros
- Museu da História da Música
- Hospital in the Rock
Voámos, a partir de Lisboa, pela Wizz Air e como fomos no final do mês, já apanhámos os mercados de Natal. Ficámos instalados no Ibis Budapest Centrum. Este alojamento fica no lado de Peste, perto do Mercado Central e da Ponte da Liberdade. Ao lado do hotel fica um dos excelentes bares em ruínas, assim como vários outros cafés e restaurantes. A Sinagoga e o Museu Nacional também ficam relativamente perto, havendo a poucos metros uma estação de metro e várias paragens de autocarros!

Chegámos a Budapeste perto da 1h da manhã e o que fizemos foi ir directos para o hotel. Caso reservem transfer, o estacionamento fica no exterior do aeroporto, no lado direito, e temos de descer umas escadas para chegar a ele. Não esperem ajuda ou indicações por parte da polícia ou da população local… geralmente fingem que não percebem ou dizem que não sabem! 😒

A moeda local é o Forint Húngaro e 1€ valia, na altura, aproximadamente 370, 50Ft. Geralmente, o que faço é levantar dinheiro na primeira caixa multibanco que vejo… é a maneira mais simples e que evita termos de recorrer a casas de câmbio! 😉

DIA 1
De manhã, depois de um excelente pequeno-almoço, começámos a nossa exploração ao lado Peste… Saímos do hotel e fomos passeando pela cidade!

A primeira paragem foi no New York Palace Budapest! O seu edifício, do século XIX, e o seu interior são lindos, com várias salas onde podemos beber café ou comer, sempre acompanhados com o som de piano, tocado ao vivo.

Vale a pena a visita, nem que seja só para ver o espaço! Aviso que é um lugar com preços elevados e que se paga por uma ‘bica’, por exemplo, qualquer coisa como 7,50€!

Daqui seguimos para a Grande Sinagoga (Nagy Zsinagoga). Além de ser bem bonita como templo, temos de ter em conta que também é um magnifico memorial aos judeus assassinados! O seu jardim, com as várias homenagens e as suas inúmeras campas, mantém viva a memória do holocausto! Dentro deste complexo, podemos também visitar o Museu Judaico. É a segunda maior sinagoga do mundo, só sendo ultrapassada pela de Jerusalém!
As mulheres não podem entrar com saias acima dos joelhos e os homens não podem ir de cabeça destapada recebendo, por isso, um quipá à entrada que têm de usar durante a visita! 😊

No cemitério lateral da Grande Sinagoga estão enterrados mais de 2.000 judeus, que foram torturados e assassinados em Budapeste. Numa das zonas do jardim podemos ver o Holocausto Memorial Hall, com pequenas gavetas com pedras e com a inscrição do nome das vítimas.

Existe ainda a campa simbólica de Raoul Wallenberg, que foi um arquitecto, diplomata e empresário sueco conhecido por ter salvo milhares de judeus, usando para isso passaportes especiais. Nessa campa aparecem também os nomes de dois diplomatas portugueses, Carlos de Liz-Teixeira Branquinho e Carlos Sampaio Garrido, homenageados por também terem salvo judeus e relembrados em várias zonas da cidade.
Uma das homenagens mais conhecidas, e que nunca deixa ninguém indiferente, é a ‘Árvore da Vida’… um salgueiro-chorão em aço, feito por Imre Varga. Cada uma das suas folhas tem o nome de um judeu assassinado!


Como tínhamos tomado um bom pequeno-almoço, resolvemos fazer um almoço tardio e aproveitar a manhã para visitar o Hungarian National Museum!

Vale a pena entrar e ver a enorme colecção apresentada neste museu, que vai desde os instrumentos musicais, passando por achados arqueológicos, joalharia, objectos judaicos e muito mais! São muitas salas, com os mais variados temas relacionados com a história deste país!

Depois da visita a este museu, fomos então almoçar! O restaurante escolhido foi o Rostélyos Restaurant. Lugar pequeno, mas muito agradável, que fica em frente ao hotel! Excelente atendimento e pratos bem apresentados e com óptimo sabor. Preço médio, em relação a muitos outros locais em Budapeste! Alguns dos pratos que pedimos foram Gulyás, uma sopa mais conhecida como goulash, e Paprikás Csirke com Galuska (ou Nokedli), que é galinha com molho de paprica e uma massa tradicional apresentada em forma de bolinhas disformes. A paprica (ou colorau) é usada em muitos pratos e um dos mais conhecidos ingredientes da comida típica húngara.

Depois do almoço, resolvemos ir beber um cafézinho ao Zoo Cafe. A ideia deste local é fabulosa… são vários os animais que se encontram neste café e que vão sendo colocados, caso queiramos, nas nossas mesas! Coelhos, iguanas, camaleões, tucanos, gatos, aranhas, cobras… um lugar muito especial e de fácil acesso, na zona do Mercado Central! Foi a primeira e única vez que vi um coelho a beber sumo, de uma caneca, por uma palhinha! 😆

Nesta altura do ano a noite cai muito cedo! Quando saímos do Zoo Cafe já estava a escurecer, apesar de ainda só serem 17h… pareceu-nos o equivalente às nossas 20h. Assim, o que fizemos foi passear pela zona do Mercado Central, atravessar a Ponte da Liberdade (que para mim é a mais bonita) e percorrer a margem do rio, voltando depois por uma avenida paralela, mas já dentro da cidade.

Na zona do mercado, ainda passámos no For Sale Pub que é bem curioso, em termos decorativos, por ter o tecto e as paredes completamente cobertas com folhas de papel penduradas!


DIA 2
O dia seguinte foi novamente dedicado ao lado Peste, começando com uma pequena caminhada.


Fomos conhecer a Basílica de Santo Estevão (Szent Istvan Bazilika). É obrigatória a visita a este templo! Enorme, grandioso e com uma riqueza assombrosa. Tudo em mármore e com muito ouro!

Além da Basílica, pode-se ver o tesouro (elevador do lado direito) e a abóbada (elevador do lado esquerdo).

A abóbada tem uma espectacular vista de 360º sobre a cidade! 😉

Depois de sairmos da Basílica, fomos beber um café ao ‘Costa Coffee Hungary‘, que fica na avenida em frente ao templo! Apesar de já ter ido a alguns, noutras cidades, achei este bem acima da média em termos de serviço e de produtos.
Antes de lá chegar, demos de caras com a The Fat Policeman Statue… Dizem que fazer festas, na sua barriga, dá sorte! Pelo que consegui perceber, a estátua representa o avô do escultor, que era um polícia local, vestido com a sua farda cerimonial! 😊

Daqui continuámos o nosso passeio e fomos em direcção ao Memorial to the Victims of the German Invasion. Este Memorial da Ocupação Alemã é bastante controverso e criticado pela população local, que mantém junto a ele, como se pode ver na imagem, os objectos dos judeus húngaros assassinados! Culpam o governo e as suas leis por isso. Fica sempre aqui alguém, permanentemente, para impedir que a polícia e o governo retirem os objectos! Muito significativo… A zona em redor é bastante calma e com vários monumentos para ver.

A Praça da Liberdade, também bastante bonita, fica um pouco mais acima!

O caminho continuou em direcção ao Danúbio e ao Parlamento! A cidade é muito calma e segura, podendo esta zona ser toda feita a pé… o lado Peste é a área plana da cidade!

As visitas ao interior do Parlamento só podem ser feitas com guia e necessitam de ser marcadas previamente! As reservas podem ser feitas online ou no local (apesar de ser mais difícil e de haver sempre filas enormes). Não existem visitas em português!

Além do Parlamento, há mais para ver nesta parte da cidade. O exterior e a vizinhança do Parlamento, em ambos os lados, é rica em atracções e monumentos. Um dos que mais me impressionou foram os Sapatos à Beira do Danúbio.
Estes sapatos são réplicas dos que eram usados pelos judeus húngaros, que foram obrigados a descalçar-se antes de serem mortos a tiro e atirados ao rio! São dezenas de sapatos de crianças e adultos, assassinados pelos membros da Cruz de Ferro (o partido húngaro nazi). O pormenor dos sapatos é enorme, tendo alguns deles flores e outros atacadores ou outro tipo de acessórios, colocados pela população, que continua a prestar homenagem!

Neste lado do Parlamento, pode ainda ser vista a estátua de Attila József, um poeta húngaro, que está sentado nas escadas laterais. Este escritor pertenceu ao Partido Comunista, tendo sido expulso por causas desconhecidas. Morreu aos 32 anos, esmagado por um comboio enquanto andava na linha. Existem dúvidas sobre a sua morte, sendo considerada acidente por uns especialistas e suicídio por outros.

Depois de vermos este lado, contornámos o Parlamento e demos mais umas voltas pela zona, que tem várias praças, esculturas e outros pontos de interesse. O Museu Etnográfico também fica aqui, mas não o fomos visitar.

Aqui perto encontrámos uma engraçada e curiosa ponte, com uma figura no centro do seu tabuleiro. Era o Monument to Imre Nagy/Remembrance Day (Oct. 23), que entretanto foi retirado e colocado noutro local, causando alguma polémica e revolta por parte da população. Imre Nagy foi um político conhecido pela sua oposição ao regime soviético. Foi executado e enterrado, em segredo, em 1958! Junto desta ponte, estavam sempre coroas de flores, colocadas pela população. Claro que toda a gente tira fotografias na ponte, ao lado do senhor… nós fizemos o mesmo! 😊
Na rua do lado direito, encontra-se o Museu do Chocolate, que tem uma excelente cafetaria no rés-do-chão!

Demos mais uma volta pela zona e ainda passámos pela Estátua de Lajos Kossuth e pelo Monumento a István Tisza, dois políticos húngaros.


Acabámos por ir à procura da estátua de Columbo, o detective da conhecida série de televisão.

O homem está com o seu cão a tentar desvendar um crime… Podem ajudar a personagem a encontrar o cadáver, que está por perto! 😆

Depois de ajudarmos a resolver o crime, fomos em direcção à Margaret Island. Esta ilha tem um acesso bastante fácil, através da ponte com o mesmo nome!

É Um bom local para passear a pé ou alugando um dos carrinhos eléctricos, ou bicicletas, que estão disponíveis à entrada! A maior atracção da ilha é a Fonte Musical, mas está desligada durante o Inverno!

Passa-se através de algumas ruínas e de um pequeno jardim japonês, dispondo ainda de um mini-zoo, de um depósito de água antigo e do hotel, que fica no outro extremo! Agradável para passear… Tem uma zona de areia, situada por baixo da ponte que é bastante frequentada e acessível por um caminho que fica na margem esquerda!

Como já estava a ficar tarde, abandonámos a ilha e fomos aquecer-nos numa pastelaria, onde comemos uns bolinhos e nos serviram um excelente chocolate quente com marshmallows e uns cappuccinos coloridos… o meu era azul! 😊

Quando acabamos este lanche, já estava escuro na rua! Fomos em direcção ao hotel, pela margem do rio, para descansar um pouco antes de irmos jantar. 😉

Pelo caminho, vimos a Girl With Her Dog Statue! Outra daquelas estátuas que se vai encontrando ao passear por esta bonita cidade, que tem sempre algo para ver! Os pormenores e o resultado final estão bastante bem conseguidos, assim como a sua localização e enquadramento!

Depois de uma hora e meia de descanso, no hotel, saímos e fomos à procura de jantar… Acabámos por entrar no Gulyás Étterem / Goulash Restaurant, para saborear novamente a comida tradicional! Já que era o nome do restaurante, comecei novamente a refeição com mais um goulash. A bebida escolhida, no meu caso, foi a limonada. É a bebida sem álcool mais vendida na cidade, encontrando-se de vários tipos, nas ementas de todos os restaurantes… aqui bebi uma de limão e laranja! 😁
Este é um pequeno restaurante, muito simples, mas com excelente comida! Uma carta sem muita variedade, mas tudo com excelente apresentação e óptimo sabor. Os legumes grelhados são muitos bons, assim como o pato e o saboroso piano de porco!

Depois do jantar, para ajudar à digestão, demos mais um passeio pela cidade. Durante esta altura do ano, por ser próximo do Natal, já encontrámos vários mercados e muita animação de rua.
DIA 3
O dia seguinte foi destinado a percorrer a Avenida Andrássy, considerada a mais importante de Budapeste! Remonta ao ano de 1872 e foi incluída no Património Mundial da Humanidade, em 2002. Tem vários monumentos, lindas fachadas históricas e muitos pontos de interesse, ao longo do seu percurso.
Um dos primeiros locais onde parámos foi na Ópera de Budapeste, criada pelo arquiteto húngaro Miklós Ybl, e um dos edifícios neorrenascentistas mais importantes do país. Foi financiada por Francisco José I, imperador da Áustria, com a condição de que esta não fosse maior que a Ópera de Viena. Podem-se marcar visitas guiadas, em várias línguas, mas nós decidimos não o fazer. De qualquer modo, vale a pena entrar nem que seja só para ver a primeira sala, onde estão as bilheteiras! 😉

Logo um pouco mais à frente, seguindo em direcção à Praça dos Heróis, fica a Terror Haza (Casa do Terror). Este museu é dedicado aos regimes fascistas e comunistas da Hungria e é um memorial a todos os que foram interrogados, torturados e executados durante esse período. Nós não o visitámos, mas pelas críticas que tenho lido, isso vai ter de ser feito quando voltar à cidade! 😉

No mesmo local, em frente, fica o Monumento da Cortina de Ferro. Este representa a divisão da Europa em duas partes, ou blocos, durante a Guerra Fria.

Seguimos pela avenida e fomos até à Praça dos Heróis, que é uma visita obrigatória. É uma praça enorme, com um monumento central, sempre cheia de turistas e que acaba por funcionar como entrada para o Parque da Cidade! Tem o Museu das Belas Artes no lado esquerdo e o Palácio das Artes no lado direito! Optámos por visitar apenas o Museu das Belas Artes, que tem também uma excelente cafetaria.

O Museu das Belas Artes (Szépmüvészeti Múzeum) foi construído entre 1900 e 1906, num estilo neoclássico. Possui a segunda maior colecção de arte egípcia da Europa e, além disso, tem secções de pintura e escultura antiga, uma colecção gráfica e uma colecção moderna.

Conta com 300 quadros de mestres como Rafael, Rembrandt, El Greco, Velasquez e Goya. Tem também uma pequena escultura equestre, de Leonardo da Vinci.

Depois de visto o museu, seguindo pelo lado esquerdo da Praça dos Heróis, fomos conhecer o Jardim Zoológico, perto das termas e do circo que fica à frente das mesmas! Foi uma visita que não me deixou bem impressionado.

O espaço e a decoração do zoo são bonitas, mas achei que algumas das jaulas e das secções podiam estar melhor cuidadas e limpas, apesar dos animais parecerem saudáveis! Havia zonas interiores com um mau cheiro intenso e a manutenção pareceu-me, por isso, descuidada. De qualquer modo, é um zoo interessante e com muita diversidade de animais, divididos de acordo com a espécie e a origem geográfica!

Depois do Zoo, resolvemos ir espreitar o Capital Circus de Budapeste! Este circo foi aberto em 1889, mudando de sítio várias vezes. Em 1971, fixou-se no local onde está agora, sendo o único circo ‘dentro de casa’ da Europa Central. Caso queiram ver o espectáculo, as sessões diárias são às 15h. Podem comprar o bilhete no local ou no site oficial.

Depois do circo, nada como uma ida às Termas Széchenyi, que são as mais famosas e conhecidas da cidade… Vale a pena perderem duas horinhas de molho, depois da caminhada pela Avenida! Caso não tenham levado, eles alugam roupa de banho, toalhas e esse tipo de coisas, mas aconselho a levarem as vossas. De qualquer modo, vão ter de alugar pelo menos uma cabine, para se trocarem, ou um cacifo para guardar os vossos pertences, se já levarem a roupa por baixo ou numa mochila, mas assim vão ter de se despir (ou trocar) nos balneários, com muito menos privacidade! Tudo funciona através de uma pulseira, que serve de chave, e os preços variam de acordo com aquilo e com o tempo que pretenderem!

Depois das Termas, entrámos no enorme Parque da Cidade e fomos para a zona do Castelo Vajdahunyad. À entrada deste castelo estão várias barracas com muita comida, doces, artesanato regional e outras recordações!
O castelo é engraçado, com as suas diferentes fachadas. Foi construído em 1896, como parte de uma exposição mundial, e pretende mostrar a evolução arquitectónica húngara ao longo dos séculos. Os seus lados são cópias de vários edifícios históricos espalhados por várias cidades do antigo Reino da Hungria. Estava fechado quando aqui estivemos, mas costuma ser palco de concertos, festivais e algumas exposições.

Nas praças que o rodeiam existe muita animação, com música ao vivo e milhares de turistas… demasiada gente, para mim, não devíamos ter vindo ao fim de semana! Perto do castelo ficam ainda um lago com barcos e uma pista de patinagem no gelo.
Foi aqui que provei o meu primeiro Lángos, uma especialidade húngara, muito saborosa e apresentada com vários recheios, doces e salgados! Também comemos, no mesmo local, outro snack húngaro que consiste num crepe enrolado e recheado (no nosso caso) com galinha e muitos legumes, o Palacsinta!

É aqui também que está a Anonymus Szobor! Uma engraçada estátua, que representa um escritor cuja identidade é desconhecida… Sabe-se que foi notário de Béla III e que foi ele quem escreveu ‘Gesta Hungarorum’, as crónicas dos feitos dos húngaros. É óptima para tirar fotografias, como todos estavam a fazer, e dizem que tocar nela dá sorte, mas estava tanta gente no local que nem nos lembrámos disso! 😁

No mesmo local, ainda podemos visitar a Jáki Kápolna. A capela é linda, vista por fora e enquadrada no castelo. Por dentro achei demasiado normal e vulgar, com pouca riqueza e ornamentações, comparando com outros templos na cidade!


Demos mais umas voltas pelo Parque da Cidade e apanhámos um táxi de volta para a zona do hotel, com um motorista bem simpático, que nos levou aos cinco no carro… um de nós foi meio deitado em cima dos outros, no banco de trás! 🤣
Antes do jantar, ainda fomos visitar mais dois locais, o Miniversum e a 3D Gallery Budapest, que fecham mais tarde que os outros museus e atracções da cidade.
O Miniversum, embora não seja tão grande e tão completo como o Kolejkowo em Wroclaw (Polónia), é igualmente interessante e impressionante, sendo mais interactivo que o referido! Podemos ver toda a cidade, com todas as zonas importantes em miniatura, bem como os campos e as áreas envolventes. As linhas de comboio a funcionar, a população, as actividades locais, tudo com um incrível detalhe.

Além da Hungria, ainda exibe zonas da Áustria e da Alemanha. Uma coisa que achei genial foi o facto de mostrarem as cidades com o ciclo solar. Regularmente, ouve-se um aviso e escurece ou amanhece! Espectacular! 😊

A 3D Gallery Budapest é do mais divertido que possa haver e proporcionou-nos umas boas gargalhadas! Antes de mais, devo realçar a boa disposição, paciência e simpatia das funcionárias, que tornaram a visita ainda mais divertida! Há sempre uma ou duas que nos acompanham e nos tiram fotografias, sugerindo posições e ângulos para as nossas próprias fotos.

A galeria é uma curte, com uma série de quadros onde podemos tirar fotos em diferentes situações! As fotografias, que as colaboradoras nos tiram, podem ser transformadas numa foto, ou íman, que nos é oferecido no final da visita. 😊

Depois de nos termos alimentado, demos uma voltinha pela cidade. As ruas, já decoradas para o Natal, estavam sempre bastante animadas e repletas de pessoas e muito movimento.


A meio do passeio, resolvemos beber uma bica e descansar no Café Gerbeaud, outro dos estabelecimentos históricos de Budapeste, que está aberto desde 1858! É composto por várias salas e a sua decoração engloba vários estilos, com mármore, madeiras exóticas e bronze. Tem uma boa variedade de chocolates quentes e de bolos típicos da Hungria, servindo também refeições. Apesar da qualidade dos produtos, o atendimento não é nada de especial e é um dos locais mais caros da cidade. Éramos 5 pessoas e entre os cafés, águas e cappuccinos gastámos aqui cerca de 70 euros.

Devido à fama deste café, decidi que seria aqui que iria provar Dobos Torta, um doce tradicional deste país. É um bolo com 7 camadas finas, recheadas de chocolate e coberto com caramelo. Existem simples e existem revestidos com frutos secos, que podem ser avelãs, nozes, castanhas ou amêndoas. 😊

Depois desta pausa, fomos acabar a noite no Danube Palace… Não podíamos perder a oportunidade de assistir a um verdadeiro espectáculo de música e dança húngara!
Este edifício foi construído entre 1883 e 1885 e renovado em 1941, tendo sido uma espécie de clube com divertimentos para os aristocratas. O palácio tem 3 salas e conta ainda com um restaurante! São várias as utilizações das salas e os espectáculos a decorrer ao mesmo tempo… na noite que aqui estivemos, estavam a haver apresentações em dois andares!

Aquele que vimos teve duas partes de 45 minutos, com um intervalo no meio. Foi uma actuação surpreendente e que superou todas as minhas expectativas, quer pela qualidade dos músicos quer pela destreza, agilidade e coordenação dos bailarinos, com várias mudanças de roupa e estilos de danças tradicionais diferentes. Nem demos pelo tempo passar… recomenda-se! 😍

DIa 4
O quarto dia começou com a passagem pela Ponte da Liberdade, em direcção ao lado Buda! A ponte deixa-nos perto das famosas Termas e Hotel Gellért, que ficam em frente à maravilhosa Budapest Cave Church.

A igreja é magnífica… pequena, linda, com as suas várias capelas inseridas na gruta! Não sei se é habitual, mas fomos a um domingo e a bilheteira estava fechada. Como não estava lá ninguém, mas a porta estava aberta, entrámos sem pagar e vimos sem guia, ao nosso ritmo, com muita calma e sossego! Foi uma excelente maneira de começarmos este dia e é outra daquelas visitas que considero obrigatórias! 😊

Quando saímos da Igreja começámos a subir até à Citadella, o ponto mais alto de Budapeste! Foi acabada de construir em 1854 e tem lá dentro um bunker que pode ser visitado, infelizmente encerrado quando aqui estivemos. Lá em cima podemos ver também o Monumento da Liberdade, uma das estátuas mais fotografadas da cidade. Para quem, como nós, quiser ir a pé, existem pelo menos dois caminhos para lá chegar. Nós subimos a partir da Praça Szent Gellért, mas aviso que é cansativo e que existem várias bifurcações… tenham cuidado para não se enganarem! 😁

Depois da Citadella, descemos por um caminho diferente e fomos em direcção ao Castelo de Buda!

O caminho, junto ao rio, é bem bonito e com vários pontos de interesse. Passa-se pelas Rudas Baths, umas termas bem agradáveis, e por alguns museus e galerias! Como o nosso objectivo era mesmo visitar o Castelo, apenas parámos na Ybl Budai Kreatív Ház, uma galeria com um engraçado leão à porta onde vimos uma pequena exposição de arte moderna!


Quase em frente, fica Várkapitányság, que tem umas impressionantes estátuas junto à fachada. Penso que seja onde estão localizados os serviços administrativos e os escritórios do castelo.

Existem várias maneiras de chegar ao Castelo de Buda! Nós resolvemos entrar pelos jardins, chamados de Várkert Bazár.

Aqui fica uma escada rolante que nos leva de graça, e muito rapidamente, para a zona principal do complexo! Evita-se ter de pagar e ter de esperar na enorme fila para o Funicular! Além disso, os jardins são bem bonitos e interessantes! 😉

Dentro do castelo, visitámos o Budapesti Történeti Múzeum, que é enorme! É um espaço fabuloso que apresenta inúmeras peças de arte relacionadas com a história do país. Pintura, escultura, vestuário, armas, arte sacra e uma espectacular cave, que achei impressionante!

O complexo do castelo tem muito que ver, mesmo para quem não estiver interessado em visitar o museu… os seus pátios e recantos são ricos em estátuas e ornamentações!

Depois da visita ao Castelo, fomos em direcção ao Bastião dos Pescadores, tendo feito uma paragem para uma visita a um macabro lugar… o Labirinto do Drácula!
É um curioso e divertido labirinto, rodeado de algumas lendas, onde esteve aprisionado Vlad, o Drácula! É interessante a visita pelos seus corredores, onde se encontram algumas salas com manequins e objectos usados pelo Conde e seus convidados, mostrando como viviam no local. Apesar de ser prisioneiro, este conhecido personagem foi fazendo alianças com outros criminosos e acabou por transformar o sítio numa espécie de palácio subterrâneo.

O labirinto tem cerca de 1.000 metros abertos ao público, sendo feita uma previsão de meia hora por visita. Os corredores estão marcados e alguns estão fechados, por segurança, mas aviso que é um lugar pouco iluminado e que irá ser necessário o uso da lanterna do telemóvel em várias passagens! Algumas das marcas estão meio apagadas… tenham cuidado e não se percam, que foi o que aconteceu com alguns membros do nosso grupo! 🤣

Quando saímos do Labirinto já estava a escurecer! Resolvemos, por isso, dar apenas mais uma volta pela zona… passámos pela Igreja de São Matias e pelo Bastião dos Pescadores, sem perder muito tempo porque no dia seguinte iríamos voltar aqui. Descemos em direcção à Ponte das Correntes. Atravessámos e fomos passeando pela cidade até chegarmos ao Gulyás Étterem, onde resolvemos jantar.

DIA 5
O dia 5 foi novamente dedicado a Buda, tendo começado nas termas Rudas Baths. Nestas termas fomos recebidos também com muita simpatia… são pequenas, simples e sem muitos luxos. Têm uma cafetaria à entrada e uma fantástica piscina de água quente no terraço da cobertura! 😊

Depois das termas passámos pelo Funicular, que não usámos novamente, e subimos por um acesso que nos deixou perto do Bastião. Acabámos por fazer uma visita à Casa de Houdini! Fomos visitar este museu, aproveitando o facto de termos almoçado no restaurante que está mesmo em frente, que é bem barato e bom, funcionando tipo buffet… é o Vár Bistro!

Na Casa de Houdini fomos recebidos com muitos sorrisos, por duas simpáticas recepcionistas, tendo uma delas sido a guia da nossa visita a este pequeno museu! Fez-nos uma explicação bem detalhada sobre a vida de Houdini, enquanto víamos alguns objectos pessoais e algumas réplicas dos materiais usados por este ilusionista.

No final da visita, tivemos direito a assistir a um curto, mas engraçado e divertido, show de magia! Impecável! Comprei umas algemas em miniatura, como recordação!

A próxima atracção a ser visitada foi a Igreja de São Matias, que tinha sido vista só por fora. É outro dos locais de culto de Budapeste que merece ser conhecido! Foi construída entre os séculos XIII e XV, tendo sofrido transformações no final do séc. XIX. Esta igreja é deslumbrante, começando logo pelo telhado colorido e por todo o seu exterior… além de que a zona onde está, junto ao Bastião dos Pescadores, é linda e muito calma, apesar de muito turística!
O interior da igreja é muito rico em decorações, com alguns pormenores fascinantes. Além das suas capelas e altares, passam-se por várias divisões, com muitas peças em exposição. Podem ser aqui vistos os túmulos de Bela III e da sua esposa Anne de Châtillon e uma réplica das jóias da coroa, além de escudos, incríveis frescos e bonitos vitrais. Podemos também subir os 197 degraus da sua torre, restaurada e aberta em 2015, obtendo uma excelente vista da cidade.

O espectacular Bastião dos Pescadores é um excelente sítio para passear sendo calmo e seguro, apesar da quantidade de pessoas que visitam este local! É facilmente acessível para quem vem do Castelo de Buda e outra maneira fácil de cá chegar é fazendo uma subida que começa logo a seguir ao arco do viaduto e à rotunda da Ponte das Correntes… É um trilho que se faz por dentro do pequeno monte, que fica por baixo do Bastião!

São muitos os museus e os pontos de interesse nesta parte da cidade. Façam uma pesquisa, pode ser que gostem das temáticas! Lembro-me de ter passado pelo Museu dos Telefones que, infelizmente, estava fechado nesse dia e sei que existe também um Museu da História Militar.
Continuámos a nossa exploração à zona e encontrámos a Igreja de Santa Maria Madalena, ou melhor, a torre da igreja porque o resto foi destruído durante a Segunda Guerra Mundial! Restam apenas a torre, o chão, uma janela e pouco mais, deste templo do século XIII. Os sinos da torre continuam a funcionar e li em algum lado que se pode subir ao topo, para admirar a paisagem.

No final da tarde, ainda houve tempo para visitar a Koller Gallery! A primeira coisa a dizer desta galeria é que a entrada é grátis! É uma casa-museu-galeria, onde muitas das peças que estão em exposição estão à venda. São vários pisos e um jardim, que podem ser visitados e onde se vêem quadros e esculturas espectaculares… o jardim, para mim, é a melhor parte… pequeno mas com algumas esculturas que valem bem a pena ser admiradas! Quando acabámos a visita tivemos uma divertida conversa com a recepcionista, que falava português correctamente! 😁

Abandonámos a zona e fomos até ao hotel, descansar um pouco. A noite foi destinada para um passeio de barco pelo Danúbio! Outra daquelas coisas que não podem deixar de fazer!
São muitas as empresas que fazem os passeios pelo Danúbio, e que podem ser encontradas à beira do rio, mais facilmente no lado de Peste, sendo as primeiras a seguir ao Great Market Hall, à saída da linda Ponte da Liberdade… indo pela margem em direcção ao Parlamento, encontram-se várias destas operadoras!

No nosso caso a companhia escolhida foi a Silverline, fazendo a reserva através da recepção do hotel. Fizemos o percurso simples, sem jantar nem música ao vivo, num barco espectacular, onde se conseguiu ter uma vista magnífica durante todo o passeio! Ao mesmo tempo, vai-se ouvindo nos altifalantes da embarcação, algumas curiosidades e informação variada, sobre os pontos por onde se vai passando!

Acreditem que vale mesmo a pena… o Parlamento é lindo, visto do rio, assim como o Castelo de Buda, as pontes e tudo o mais que se vai vendo nas duas margens! Realizámos o passeio, no penúltimo dia na cidade, depois de termos percorrido a pé todos os pontos por onde passámos de barco… mesmo assim, já conhecendo as coisas, a vista é deslumbrante!

Façam a visita durante a noite… a nossa foi às 19h. Os monumentos iluminados são especialmente bonitos! 🥰


Daqui fomos para o centro da cidade. Parámos para comer qualquer coisa e fomos ao Mercado de Natal, antes de voltarmos ao hotel!

Aqui uma das bancas que mais me surpreendeu foi a dos chocolates a imitar peças de metal, ferro e madeira. Passei-me com o pormenor das imitações… Alicates, porta-chaves, saca-rolhas, parafusos, chaves-de-fendas, colheres de pau, cadeados, tudo feito em delicioso chocolate! Não resistimos e comprámos vários, que oferecemos como recordação a alguns amigos e familiares!

DIA 6
O sexto dia começou com uma visita ao Mercado Central (Great Market Hall), onde se pode comer e comprar recordações, ao mesmo tempo que se conhecem os produtos locais. Comparem os preços que variam muito dentro do recinto… existem algumas lojas, com os mesmo produtos, muito mais caros que noutras logo ao lado!

Achei engraçado um expositor que tem os vários tipos de cogumelos… os comestíveis, os psicotrópicos e os mortais! 😄

Outra coisa engraçada, e que nunca tinha visto, foi uma scooter-ambulância que estava estacionada perto do Mercado. Achei bem curioso e ao mesmo tempo útil! É uma forma muito mais rápida de mandar alguém prestar os primeiros-socorros enquanto a ambulância não chega, já que estamos numa cidade. Também pode ser uma maneira de socorrer feridos ligeiros, que não precisem de transporte. Gostei!!

Depois do Mercado, fomos novamente para a zona do Bastião dos Pescadores. Fizemos uma paragem para café e descansámos num banco junto à Pedra dos 0 Quilómetros! Fica mesmo à saída da Ponte das Correntes, no lado Buda, ou se preferirem, mesmo à entrada do Funicular… num pequeno largo entre uma coisa e outra. Nada de especial, se compararmos com a maioria das esculturas que vamos encontrando pelas ruas da cidade!
Vale pelo seu significado, já que é a Pedra dos 0 km, a partir de qual são medidas as distâncias de todas as estradas para Budapeste! Tem 3 m de altura e foi colocada em 1932, embora tenha sido destruída durante a II Guerra Mundial! Foi posta novamente em 1953 e esta versão, nesta posição, existe desde 1975! Vê-se durante o passeio… penso que não é nada que mereça um desvio propositado.

Sendo músico, não podia deixar de visitar o Museu da História da Música! Achei espectacular a visita a este local, com várias salas repletas de pianos e outros instrumentos musicais! Chegámos ao museu perto da hora do almoço, sendo os únicos visitantes… as luzes foram acesas por causa da nossa entrada!

Os dois funcionários, já com uma certa idade, foram bem simpáticos, entregando-nos panfletos e variada informação sobre o local e sobre as peças em exposição. Muitos pianos em várias salas, violinos, duas reproduções de oficinas de restauro, réplicas das salas de estudo de alguns músicos locais, enfim, uma maravilha para músicos e amantes deste tipo de peças de arte, já que os considero muito mais que simples instrumentos musicais. Recomenda-se!

Fomos almoçar novamente ao Vár Bistro e demos mais umas voltas pelo Bastião dos Pescadores e numa pequena feira que estava na sua parte de baixo. Depois disso, fomos a outro local que considero obrigatório… o Hospital in the Rock / Nuclear Bunker Museum!

Façam a visita, que só pode ser feita com guia (não existe em português) e passem-se com este abrigo nuclear! Tudo o que vêem é o material original deste hospital que só deixou de ser secreto em 2008 e onde ainda tudo funciona. Todas as máquinas, equipamentos e até mesmo os papéis e documentos que os manequins parecem escrever, são os originais! Não são permitidas fotos durante a visita (infelizmente)! ![]()

Depois desta impressionante visita, fizemos a caminhada de volta para o hotel, chegando a horas de jantar. Após a refeição demos uma volta pela cidade, percorrendo ruas diferentes e descobrindo mais alguns monumentos e pontos interessantes. Vale a pena vaguear por Peste, sem destino… encontra-se sempre algo novo!

Encontrámos ainda um templo, que não consigo saber o nome, mesmo depois de ter pesquisado… o problema é que não faço ideia das ruas por onde andámos e assim não o consigo localizar no mapa!

De qualquer modo, entrámos e ainda bem… era uma curiosa igreja que tinha uma cave, onde também faziam cerimónias!

Daqui fomos de novo para a zona do nosso alojamento. Como era a última noite, resolvemos ir curtir umas horas para o Púder Bárszínház, um dos famosos bares em ruínas de Budapeste e que fica mesmo ao lado do hotel. Excelentes bebidas, desde o chocolate quente ao Winter Elixir, um cocktail que é uma maravilha!
Estes bares ocupam edifícios que foram destruídos durante a guerra e que, sem serem reconstruídos, foram adaptados para a vida nocturna. São locais únicos, decorados de forma espectacular, muitas vezes ainda com móveis e outros objectos que estavam nos destroços. O ambiente é muito seguro e animado, sendo as bebidas baratas e servidas com muita simpatia! A maior parte deles fica no bairro judeu mas, pelo que li, existem cerca de 30 na cidade.

A última manhã não nos deu para nada, já que o avião era cedo. Depois de um excelente pequeno-almoço demos uma voltinha pelos arredores do hotel, para nos despedirmos desta linda cidade!


A última ‘dica’ que tenho para dar é que, caso sejam gulosos como eu, não se venham embora sem provar o Túró Rudi, chocolate típico que só se fabrica e comercializa cá, não sendo exportado para nenhum outro país! É vendido fresco e está sempre exposto ao lado dos iogurtes… Muiiiiiiiito bom! Comi estes dois de tacada! 🤣

Como digo em todos os artigos, e pelo que foram lendo neste diário de viagem, ficou muita coisa para ver nesta cidade. É uma capital linda, segura e com muito para descobrir… já estou com vontade de voltar! Arranjem tempo, dinheiro (não é uma cidade barata) e façam uma visita… vai deixar saudades! 💗
Deixo-vos com a foto de uns pardais que estavam numas cadeiras do aeroporto e que não saíam mesmo quando as empurrávamos! Boas viagens! 😊

Matei as saudades das tuas reportagens fotográficas pelo face em tempo real… 😉 venha o próximo artigo!!!
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ahahahaha… o próximo está já está a ser preparado! a ver se isto melhora, para voltarmos a viajar e eu ter mais matéria para o blog!
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Excelente reportagem! Eu sou adita a este género de reportagens e tenho lido muitas, mas poucas com esta qualidade. Parabéns.Esperemos que a situação actual melhore para voltares a ter asas e produzires mais jóias destas. Obrigada pela partilha.
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Muito obrigado,,, ainda bem que gostou! Agradeço a amizade e todo o apoio! 🙂
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