No início de 2022, em Janeiro, fui finalmente conhecer uma das ilhas do arquipélago dos Açores. A escolhida foi a Terceira, que os meus pais já tinham visitado. Foram eles que manifestaram o desejo de voltar, convencendo também os meus tios, nossos companheiros de viagem habituais! 😊
Os dois primeiros dias deram logo para perceber o porquê deles quererem regressar. A ilha é linda, calma, segura e cheia de gente simpática, que gosta do turismo e sabe como o receber! 🧡
Aqui fica o nosso ‘diário de bordo’:
- MAH – Museu de Angra do Heroísmo | Igreja de N. Sr.ª da Guia
- Palácio dos Capitães-Generais
- Sé de Angra do Heroísmo
- Igreja da Misericórdia
- Portas do Mar
- Forte de São Sebastião
- Solar de Nossa Senhora dos Remédios
- Império dos Remédios
- Outeiro (Alto) da Memória
- Jardim Duque da Terceira
- Café & Hostel Aliança
- Monte Brasil | Pico das Cruzinhas | Pico do Facho
- Fortaleza de São João Baptista
- Parque Municipal do Relvão
- Furnas do Enxofre
- Vila Nova | Império do Espírito Santo | Pastelaria João Melo Menezes
- Algar do Carvão
- Gruta do Natal
- Lagoa das Patas
- São Mateus da Calheta | Igreja de S. Mateus da Calheta | Igr. Velha de S. Mateus da Calheta
- Forte de Negrito
- Santa Bárbara | Queijo Vaquinha | Zona Balnear | Império e Igreja de Santa Bárbara
- Restaurante ‘Ti Choa‘
- Serreta | Santuário de N. Sr.ª dos Milagres | Império da Serreta | Farol da Serreta
- Miradouro da Ponta do Queimado
- Miradouro do Raminho
- Raminho | Império do Divino Espírito Santo de Raminho
- Altares | Igreja de São Roque | Império dos Altares
- Biscoitos | Zona Balnear | Trincheiras Militares do Caminho do Mar
- Pico Dona Joana
- Feteira | Império do Espírito Santo das Mercês
- Miradouro da Cruz do Canário | Ilhéu das Cabras
- Porto Judeu | Igr. de Sto. António | Império da Rua de Baixo | Monumento aos Combatentes do Ultramar
- Piscina Natural do Refugo
- Ermida de Maria Vieira
- São Sebastião | Largo da Fonte e Casa das Pias | Outeiro de Sta. Ana | Igreja Matriz de São Sebastião | Império de São Sebastião | Restaurante ‘Os Moinhos’ | Piscina Natural de São Sebastião
- Porto Martins | Piscinas Naturais | Império de Porto Martins | Baía das Canas
- Praia da Vitória | Largo da Batalha | Império dos Marítimos | Igreja do Senhor Santo Cristo | Igreja Matriz de Santa Cruz | Praça Francisco Ornelas da Câmara | Rua de Jesus
- Miradouro do Facho | Monumento do Imaculado Coração de Maria | Baloiço da Praia | Telégrafo Óptico
- Império da Caridade
- Miradouro da Serra do Cume
- Império dos Inocentes da Guarita
- Praia de Angra do Heroísmo
- Portas da Prata
- Parque Municipal do Relvão
- Marina de Angra do Heroísmo
- Jardim Duque da Terceira
Chegámos à Aerogare Civil das Lajes por volta das 17h30, transportados pela Ryanair, e apanhámos o transfer que nos levou para o magnífico Hotel Cruzeiro, em Angra do Heroísmo.
Dia 1
Não posso deixar de recomendar este alojamento, começando pela localização que é excelente, com bombeiros, polícia, tabacaria/papelaria e cafés, ao redor da praça em frente, e com o bonito Império da Rua Nova ao lado direito, a seguir ao seu estacionamento privado! Claro que, ainda antes de entrar, fui tirar a primeira das muitas fotos aos pequenos templos da ilha. 😁

O pequeno-almoço é bem variado e com muita qualidade, dando direito a um café expresso, trazido directamente do bar. Aproveito para realçar a simpatia de todos os funcionários… só por eles já dá vontade de voltar!

A limpeza é irrepreensível e as comodidades são fantásticas, com quartos espaçosos e com tudo o que é necessário, incluindo mini-bar e equipamento para fazer chá e café, que é disponibilizado gratuitamente.

A decoração do hotel está fabulosa sendo, ao mesmo tempo, futurista e acolhedora, com um toque regional! 😍

Depois de instalados fizemos o primeiro passeio pela cidade, ao mesmo tempo que procurávamos um local para jantar. Demos umas voltas pela zona da marina e da praia, lendo algumas das ementas exteriores dos estabelecimentos por onde íamos passando, acabando por entrar no Restaurante ‘O Chico’.

Aqui fomos atendidos com muita simpatia e boa disposição. A ementa foi-nos explicada, tendo sido feitas algumas sugestões, que aceitámos. Comida saborosa, com muita qualidade e boa apresentação, doses generosas e preços bastante acessíveis. Gostámos tanto que voltámos várias vezes! 😁

Concluída a refeição, demos mais umas voltas pelo centro de Angra, retornando depois ao hotel, onde ainda estivemos de conversa no bar.
Dia 2
O segundo dia estava chuvoso e, depois de um farto pequeno-almoço, saímos do alojamento e fomos procurar abrigo no MAH – Museu de Angra do Heroísmo. Foi criado em 1949 e está instalado, desde 1969, no antigo convento do Edifício de São Francisco.

É um espaço enorme, bonito e com uma fantástica colecção. Acolhe, além das exposições permanentes, algumas mostras temporárias que abrangem várias técnicas e temáticas.

Uma das características deste local é a diversidade do seu acervo. Preparem-se para apreciar instrumentos musicais, objectos do quotidiano, armaduras, meios de transporte, arte sacra e pintura, entre muitas outras peças, e venham com tempo. Nós estivemos aqui duas horas e meia, só para ver minimamente a coisa! 😊

Anexa ao convento fica a Igreja de Nossa Senhora da Guia, onde está sepultado Paulo, o irmão mais velho de Vasco da Gama, que adoeceu quando regressavam da primeira viagem marítima à Índia.

A igreja é linda e cheia de ricos pormenores decorativos. Tem um precioso conjunto de azulejos portugueses, do século XVIII, e um bonito órgão de tubos de 1788. Não deixem de entrar na sacristia, para ver o fabuloso arcaz de madeira de jacarandá e o seu crucifixo com Jesus Cristo em marfim, rodeado por quatro braços-relicários. O tecto também é magnífico, com toda a sua talha e com as armas de São Francisco ao centro!

Uma das coisas que mais me surpreendeu, ao entrar na igreja, foi dar de caras com um espectacular Willys Overland Whippet Six. É um modelo produzido nos Estados Unidos, entre 1926 e 1931, e foi o primeiro carro funerário da ilha. A estrutura de madeira, que mantém até hoje, foi-lhe colocada quando chegou à Terceira e, segundo um artigo disponibilizado no local, o seu motor ainda funciona. 😍

Quando terminámos a visita, como ainda chovia bastante, fomos comprar uns chapéus de chuva numa loja chinesa. 😁
A paragem seguinte foi no Palácio dos Capitães-Generais. São várias as salas que se podem ver neste antigo colégio jesuíta, transformado em Palácio durante o séc. XVIII. Só é permitido tirar fotografias no rés-do-chão e podemos optar por fazer a visita com ou sem guia.

Nós escolhemos ir sem guia, apesar de sermos sempre acompanhados por alguém. Enquanto esperávamos que terminasse a visita-guiada que estava a decorrer, já que íamos ser conduzidos pela mesma pessoa, aproveitámos para ver a sala onde está localizada a bilheteira. 😉
É uma área com muita informação e várias peças bem bonitas e interessantes. Uma delas é o espectacular bergantim real, que foi usado por Dom Pedro IV e Dom Carlos I, provando que os nossos reis aproveitavam bem o tempo passado na ilha! 😄

Daqui continuámos até à Sé de Angra do Heroísmo, que começou a ser construída em 1570.

Têm sido feitos vários restauros a esta igreja, que sofreu muitos danos com o terramoto de 1980 e perdeu toda a sua talha dourada no incêndio de 1983! De qualquer maneira, vale sempre a pena entrar e apreciar o seu interior e o seu magnífico órgão de tubos, que data de 1994 e é da autoria de Dinarte Machado, um dos mais reconhecidos mestres organeiros da Península Ibérica. 😊

A fome começava a fazer-se sentir e por isso, sem sequer pensar muito, fomos de novo para o Restaurante ‘O Chico’! 😉

Depois de uma excelente refeição aproveitámos a proximidade e passámos pela Igreja da Misericórdia. Estava fechada, infelizmente, mas é bem bonita vista de fora e está localizada mesmo em frente às Portas do Mar.

As Portas do Mar assinalam o local por onde Vasco da Gama chegou aflito à procura de médicos para o seu irmão, que acabou por falecer nesta ilha! Remontam ao século XV, embora tenham sofrido muitas alterações ao longo dos anos.

Toda esta área é espectacular e merece um passeio demorado. Podemos caminhar pela baía apreciando os barcos, os monumentos e a arte urbana, presente em alguns edifícios. 😉

No momento, estando de frente para o mar, resolvemos ir conhecer o lado esquerdo, caminhando até ao Forte de São Sebastião, também conhecido por Castelinho.

Foi erguido no séc. XVI, por ordem de D. Sebastião, para proteger o Porto de Pipas. Era aqui que faziam escala as grandes embarcações que iam para a Índia e para o Brasil!

Continuámos a nossa visita ao Forte, onde funciona uma pousada e de onde temos umas vistas espectaculares!

Quando saímos do Castelinho fomos percorrendo as ruas de Angra, que têm sempre alguma coisa diferente para ver. Não posso deixar de partilhar aqui uma foto dos caixotes de lixo da cidade, decorados com flores… uma ideia simples, que ajuda a atenuar o impacto causado pelos contentores nos locais onde são colocados!

Logo a seguir passámos pelo Solar de Nossa Senhora dos Remédios. Foi construído no séc. XVI por Pêro Anes do Canto, o primeiro Provedor das Armadas dos Açores. É muito bonito por fora mas, infelizmente, não se pode visitar o interior.

Muito perto do Solar, fica o Império dos Remédios! 😊

A nossa caminhada, já que estávamos perto, continuou até ao Outeiro (ou Alto) da Memória. É uma homenagem a D. Pedro IV e oferece-nos uma fantástica panorâmica sobre a cidade!

O monumento foi edificado com as pedras do antigo Castelo dos Moinhos, por Theotónio de Ornelas Bruges, o 1º Conde da Praia da Vitória.

A melhor forma de chegar a este obelisco é subindo o Jardim Duque da Terceira, pois fica no cimo do mesmo. Como chegámos aqui por fora, explorando as ruas da cidade, fizemos o percurso ao contrário, visitando o jardim enquanto descíamos! 😁

O parque é bem bonito, com vários patamares e pormenores muito curiosos. É um autêntico jardim botânico, com uma enorme variedade de espécies de plantas exóticas e tropicais, entre outras, que foram sendo reunidas desde a época dos Descobrimentos. Como estão quase todas etiquetadas, a visita torna-se ainda mais rica e interessante.

Não deixem de reparar no trabalho na calçada, que é fantástico em toda a ilha, e nas várias homenagens que existem e que foram surgindo ao longo dos anos. É importante não esquecer que o jardim já sofreu várias remodelações e aumentos, tendo sido o último inaugurado em 2019!

O jardim tem algumas mesas com bancos para piqueniques, alguns bebedouros e casas de banho públicas. Podemos também ver pequenos lagos, fontanários e quatro painéis de azulejos, que datam de cerca de 1740 e retratam passagens da ‘Parábola do Filho Pródigo’.

No final, ou no princípio se fizerem o percurso de baixo para cima, há uma engraçada biblioteca com uma guarita, onde podemos estar abrigados a ler durante umas horas. Os livros estão dentro de um Império em miniatura, que se encontra ao seu lado direito… uma maravilha! 😍

Depois do Jardim fomos de novo para o centro, em direcção à Câmara Municipal. A Câmara de Angra do Heroísmo fica numa bonita praça, rodeada por muito comércio, e pode ser vista por dentro. As suas salas são lindas e merecem uma visita!

Não conseguimos visitar a Câmara, por já estar encerrada, mas fomos fazer um lanche ajantarado numa excelente pastelaria, que fica no lado direito da sua praça.
No Café & Hostel Aliança fomos servidos com muita simpatia, como é normal em toda a ilha. Além do serviço de café e pastelaria, com muitos doces regionais, servem alguns pratos bem saborosos… nós enchemos a barriga e ainda levámos uns folhados e umas empadas para comer no hotel, caso aparecesse a fome a meio da noite! 😁

Dia 3
A partir do terceiro dia, alugámos um carro. Tudo foi feito no hotel, que tem um balcão disponível para isso e que também nos tratou dos transfers. É de realçar que os mesmos foram feitos com muita eficiência por duas simpáticas pessoas que, além de nos conduzirem, ainda nos foram dando informações sobre o que íamos vendo ao longo do caminho! Não me recordo dos nomes deles, infelizmente, e peço desculpa por isso!
O automóvel foi-nos entregue no estacionamento do hotel e foi lá que o deixámos, no último dia. Simples e barato, já que não nos pediram caução, nem nada do género.
O primeiro uso que demos à viatura foi para fazer uma visita ao Monte Brasil, que é uma península resultante da erupção de um vulcão já extinto!

Vale bem a pena uma visita a esta zona, que tem muito para ver e alguns trilhos para quem gosta de caminhar.

Uma das paragens que se podem fazer, durante o percurso pelo Monte, é no Pico das Cruzinhas. Neste local existe uma bateria de defesa anti-aérea, instalada durante a II Guerra Mundial, pelas forças britânicas.

Aqui também temos um bonito Miradouro, que assinala os 500 anos da descoberta da Ilha Terceira!

Penso que não se deve conseguir perceber bem pela foto mas, aqui do miradouro, nota-se que os telhados das casas de Angra têm telhas de dois tons: um mais escuro e outro mais claro. O mais escuro é constituído por telhas antigas tradicionais, de barro da ilha… o mais claro é constituído por telhas modernas, provenientes do continente.
Todas as casas com o telhado novo são aquelas que foram reconstruídas após o sismo de 1980, que destruiu a maior parte das habitações da cidade!

São muitos os pontos de onde se podem obter fantásticas vistas sobre a ilha e sobre o mar. Num deles está esta bonita estátua, que é um trabalho de Rui Goulart, formidável escultor figurativo açoriano, que tem uma série de excelentes esculturas distribuídas pelas várias ilhas do arquipélago.

Durante o percurso passámos por uma quinta, onde se pode fazer um piquenique, com vários animais em cativeiro e com muitos patos e galinhas à solta, a passear livremente por todo o lado! 😁

São quatro os picos que se formaram no Monte Brasil! O Pico do Facho, para onde fomos de seguida, é o ponto mais alto com cerca de 205 metros de altura.
A cruz que se vê é o Posto de Sinais que servia de vigia e de alerta para as embarcações que se aproximavam de Angra e que poderiam colocar em perigo a população. Nele eram colocados balões, de acordo com um código, que informavam qual era a situação e qual a sua localização! 🙂

Nós apenas visitámos estes dois Picos e voltámos de novo para a cidade. O Pico do Zimbreiro, com o seu Forte, e o Pico da Quebrada, com a vigia das baleias, também podem ser visitados e são igualmente bonitos.
Fomos então conhecer a zona da Fortaleza de São João Baptista, que fica na base do Monte Brasil.

Esta fortaleza é uma das mais extensas fortificações ainda existentes e pensa-se ter sido a maior que Portugal construiu, entre todas as que fez pelo mundo. Num dos baluartes existe uma área que se pode visitar, onde estão expostos alguns canhões.

Um pouco mais abaixo, no sopé do Monte Brasil, fica o Parque Municipal do Relvão, óptimo para passar um dia com a família ou com os amigos!

Daqui fomos para o interior da ilha, em direcção às Furnas do Enxofre.

É uma zona muito calma, éramos os únicos visitantes, e é muito interessante percorrer os passadiços enquanto se vai vendo as fumarolas. É um fenómeno bastante curioso… ver o fumo a sair dos buracos e observar os depósitos de enxofre que se vão formando ao seu redor! Deixo um pequeno vídeo na nossa secção ‘Shorts de Viagens‘, para ficarem com uma ideia melhor do local. 😊

Como a fome começava a fazer-se sentir, resolvemos atravessar o resto da ilha e fomos petiscar à Pastelaria João Melo Meneses, em Vila Nova.
Foi um passeio bastante agradável, durante o qual fomos apreciando a paisagem com as suas pastagens e as suas famosas vaquinhas… algumas delas bem simpáticas e curiosas! 😁

Caso tenham tempo, façam uma paragem em Agualva, onde existe um trilho bem bonito e bem sinalizado. Visitem o Parque das Frechas, que tem uma cascata. Nós não o fizemos porque, infelizmente, só soubemos da sua existência depois.
Aproveitámos a ida a Vila Nova para fotografar mais um Império, depois de termos enchido a barriga! 😉

Fizemos depois o caminho de volta, para a zona de onde tínhamos vindo, porque uma das coisas que não podia perder era a oportunidade de visitar o interior de um vulcão extinto!
O Algar do Carvão é um dos 3 únicos vulcões onde isso é possível, existindo apenas um na Indonésia, raramente aberto ao público, e outro na Islândia que só tem acesso através de um pequeno elevador.
Aqui vamos livremente, pelo nosso próprio pé, e a sensação é algo indescritível! É lindo e impressionante… adorei! 😍

Dentro do vulcão, podemos ver a sua boca, coberta de vegetação, e ir descendo até chegar à lagoa no fundo. Esta lagoa pode atingir os 15 metros de profundidade, em alguns pontos, dependendo da pluviosidade anual.

Continuando no mesmo espírito, e como fica muito perto, fomos visitar a Gruta do Natal. Esta curiosa gruta resultou da formação de um tubo lávico, que apresenta várias ramificações na forma de túneis, tendo um comprimento total de 697 metros.

Inicialmente chamada de Galeria Negra, ficou a ser conhecida como Gruta do Natal depois da celebração de uma missa do galo no seu interior, em 1969! Foi também nesta data que foi aberta ao público pela primeira vez.

Durante a visita resolvemos fazer o circuito interno, ou seja, um percurso de regresso diferente e ligeiramente mais difícil que o percurso de ida. Isso implicou alguma escalada numas zonas e andar quase de gatas noutras, justificando perfeitamente o uso dos capacetes… de vez em quando ouviam-se umas cabeçadas nas rochas! 😆

Ao longo do divertido passeio podemos ver escorrências de diferentes tipos de lava, estafilites e pequenos balcões naturais!

O dia terminou com uma visita à Lagoa das Patas… é uma lagoa artificial e penso que pela foto conseguem compreender bem o porquê do nome! 😅

A zona é muito sossegada e está equipada com mesas e fogareiros, tendo um espaço coberto onde podemos fazer uma refeição. Ao lado da Lagoa há uma bonita ribeira, uma pequena capela e muito para explorar.

Dia 4
O dia começou rumo a São Mateus da Calheta, que fica a cerca de 4 km de Angra do Heroísmo, sendo o seu porto um dos principais pontos de descarga e venda de pescado na ilha.

Daqui fomos até à rua da Igreja de São Mateus, que tem um brasão muito curioso na fachada, e fizemos um pequeno passeio pela povoação.

Depois da Igreja do centro da vila passámos ainda pela Igreja Velha que, como podem verificar, tem o nome certo… é uma ruína, infelizmente! 🙁

A paragem seguinte foi no Forte de Negrito, que fica na zona balnear e é bem bonito, com uma piscina num dos seus lados!

O Forte foi edificado em 1560 e além de servir para defesa desta parte da ilha também serviu, durante muitos anos, como habitação dos tripulantes das canoas baleeiras.

As zonas balneares da ilha estão cheias de pormenores interessantes, engraçados e curiosos, que são mantidos, cuidados e preservados… uma das rochas, por exemplo, tinha este jogo! 😊

Conheço locais onde uma coisa destas iria durar dois dias no máximo… desapareciam logo as pedrinhas, estragavam a pintura e se calhar só não levavam a rocha por não conseguirem! 😆

Voltámos ao carro e continuámos o nosso caminho até Santa Bárbara, onde fomos provar o Queijo Vaquinha. É uma pequena loja, com uma janela de vidro por onde podemos observar a queijaria. Não vimos o produto a ser confeccionado, mas deixaram-nos saborear gratuitamente alguns dos deliciosos queijos produzidos no local.

Provados os queijos fomos conhecer a zona balnear de Santa Bárbara, que merece sem dúvida uma visita. Tudo o que vêem está a ser construído há 17 anos, apenas por uma pessoa… o cónego João Meneses, que já tem uma estátua de agradecimento ao pé da igreja e o seu nome neste local!

Só vindo aqui para perceberem o que está construído e verem o magnífico parque de lazer: uma pequena praça de touros, um parque de merendas com dezenas de mesas e fogareiros, fornos, uma cozinha, uma espécie de salão de festas, casas de banho, parque infantil e uma piscina que está a ser feita agora… quando aqui chegámos vimos o homem sozinho junto ao mar, a trabalhar na zona onde a mesma vai ser! 🙂

Indo para o centro da povoação, lá consegui capturar mais um Império para a colecção! 😁

Como a Igreja estava aberta aproveitámos e fomos ver o interior, com o seu colorido altar principal. Depois ainda fomos ao Centro de Interpretação da Serra de Santa Bárbara, que estava encerrado.

O almoço deste dia foi feito num restaurante que merece toda a fama que tem, o fantástico Ti Choa! ❤️

Peçam, sem hesitar, o menu de degustação e preparem-se para sair com uma barrigada e cheios de pena por não conseguirem comer tudo! A nossa refeição começou com umas entradas compostas por pão, queijo da ilha, manteiga, bolachinhas, doce de ananás e doce de laranja. Depois os saborosos pratos regionais começaram a vir, entre os quais a famosa alcatra, terminando com o obrigatório Doce Dona Amélia e com o Doce de Vinagre, uma especialidade da casa! 😉

Bastante satisfeitos, continuámos o nosso passeio em direcção à Serreta. A primeira visita que fizemos foi ao Santuário de Nossa Senhora dos Milagres, construído entre 1819 e 1842.

Vale a pena entrar no Santuário e admirar o espectacular tecto que se encontra por cima do altar-mor.

O passo seguinte foi fotografar o Império do Espírito Santo da Serreta! 😁

Demos mais uma volta pela povoação e fomos beber água a uma engraçada fonte. 😊

Continuámos o nosso passeio até ao Farol da Serreta. É uma torre de fibra de vidro, com 14 metros, e foi a solução arranjada para substituir o farol original, construído em 1908. Foi destruído, como aconteceu com a maior parte das construções da ilha, no sismo de 1980!

A paragem seguinte foi no Miradouro da Ponta do Queimado, onde estivemos uns minutos de conversa com um pescador. As escadas do local assustaram o pessoal, por isso não as subimos! 😅

Depois da Ponta do Queimado fica o Miradouro do Raminho, onde também parámos. Nós não conseguimos ver nada mas, dizem que em dias limpos, conseguem-se ver as ilhas de São Jorge e Graciosa.

No centro do estacionamento está uma mesa, com um mapa da ilha. É também aqui que fica o local onde faziam a vigia das baleias.

Fomos depois para a freguesia de Raminho, onde começámos logo por ver outro Império. Achei mesmo interessantes e bonitos, estes pequenos templos, e dá-me vontade de voltar à Terceira, só para os fotografar a todos! 😁

Já referi o fantástico trabalho de calçada, que se encontra em toda a ilha… aqui vos deixo outro, que vimos nesta localidade! 😊

Mais uns quilómetros e chegámos a Altares, onde entrámos na Igreja de São Roque, cuja construção remonta ao séc. XV!

Mesmo em frente à Igreja, ganhámos outro Império! 😆

Outro dos locais de visita obrigatória é a Zona Balnear dos Biscoitos. É uma maravilha natural e, como podem ver na foto, frequentada durante todo o ano! 😁

São muitas as piscinas, para todos os gostos e para todas as idades, se bem que algumas são só para os mais corajosos… como é o caso dessa na foto abaixo! 🙂

Ainda em Biscoitos, fomos conhecer as Trincheiras Militares do Caminho do Mar. Faziam parte do ‘Sistema Defensivo da Ilha Terceira’, durante a Segunda Guerra Mundial!

São constituídas apenas por cascalho vulcânico, sem qualquer tipo de argamassa. Foram recuperadas recentemente, encontrando-se por isso em excelente estado. Nós andámos a passear por elas! 😊

Demos mais uma volta pela zona e cruzámos a ilha, em direcção ao nosso hotel!
Dia 5
Neste dia fomos para o lado contrário da ilha, começando por passar pelo Pico Dona Joana. É um cone vulcânico, todo cultivado e cheio de vaquinhas, quer à volta quer no interior… existe um trilho até lá, mas não o fizemos.

Voltámos atrás. pelo mesmo caminho, e passámos pela Feteira, onde vimos o Império do Espírito Santo das Mercês.

Durante o passeio admirámos a moradia de um sportinguista… tem a casa com as riscas verdes, portas e janelas verdes e um leão em cada lado do jardim… o meu pai conseguiu encontrar alguém ainda mais ferrenho que ele! 😆

Depois continuámos até ao Miradouro da Cruz do Canário, um dos muitos sítios onde se pode ver o Ilhéu das Cabras. Penso, apesar de lá não termos ido, que o melhor local para o ver seja o Miradouro da Serretinha. Nós, infelizmente, tivemos o azar de apanhar sempre dias com muita neblina! 🙁

O Ilhéu das Cabras está rachado ao meio e é o que resta de um vulcão. Num café onde parámos, a seguir, contaram-nos que as pessoas foram deixando de ir lá, por serem atacadas pelas garças! 😯

A seguir parámos em Porto Judeu, onde começámos por ver a Igreja de Santo António.

O seu interior é constituído por 3 naves, com um bonito altar em talha dourada. Pode-se ainda olhar para o vitral ‘O Bom Pastor’ e tem um harmónio, que é lindo e está em excelente estado de conservação! 🙂

A foto seguinte foi ao Império do Espírito Santo do Porto Judeu de Baixo, que é enorme!

Passámos depois pelo Monumento aos Combatentes do Ultramar, dedicado especialmente a João Silveira Leal, que faleceu em Moçambique a 30 de Setembro de 1974. Deveria ter água a correr dos vários patamares, formando o efeito de pequenas cascatas, mas infelizmente estava seco!

Prosseguimos o nosso caminho até à Piscina Natural do Refugo, que é bem bonita e agradável.

Existe um café no local, tem instalações sanitárias e é uma zona balnear protegida. Enquanto andávamos a explorar o sítio, a minha mãe aproveitou para descansar a ver o mar, na original cadeira do nadador-salvador!😁

Quem tiver tempo pode fazer o pequeno Passeio Gentes do Mar e da Terra! É um percurso fácil, com água num lado e espaços ajardinados, e muito bem cuidados, no outro. Passa-se ainda por um parque de merendas e acaba-se no Miradouro da Ponta dos Coelhos.😉

Saímos do Refugo e fomos conhecer a Ermida de Maria Vieira.

Este templo foi construído em homenagem a uma menina de 13 anos, vítima de tentativa de violação e deixada como morta debaixo de uns arbustos, depois de ter sido agredida com uma enxada! Isto passou-se em 1940 e de acordo com a tradição, conseguiu recuperar os sentidos e foi encontrada pelo pai, tendo balbuciado o nome do assassino. Foi levada para o Hospital de Angra, mas acabou por falecer. 😞

Daqui seguimos até São Sebastião, por uma estrada que nos ofereceu uma paisagem espectacular. 😊

Gostámos tanto do trajecto escolhido que parámos várias vezes para tirar umas fotos. 😁

Já na localidade resolvemos fazer um passeio, antes do almoço, e conhecer a vila. O primeiro ponto interessante por onde passámos foi o Largo da Fonte e Casa das Pias, que tem um conjunto de fontes e tanques históricos, ainda usados pela população.

Na Fonte Relicário, uma das que fica no local, estavam várias pessoas a carregar água para cima de camiões, mas não conseguimos perceber qual iria ser a sua finalidade! De qualquer modo, é prova da sua utilização. 😉

Muito perto fica o Outeiro de Santa Ana, com a Capela no cimo e a Mãe d’Água por baixo, situada no centro do muro e com um telhado piramidal!

A seguir fomos para a zona da Igreja Matriz de São Sebastião, que tem num dos seus lados a bonita Praça da Vila, com o monumento comemorativo do IV Centenário da Batalha da Salga.

A Igreja de São Sebastião foi edificada em 1455, pelos primeiros povoadores da ilha, e seu interior foi destruído por um incêndio em 1789. As obras de restauro foram concluídas em 1795, tapando as suas pinturas originais e grande parte da estrutura de pedra.

Em 1964 iniciou-se um novo restauro, que tentou recuperar algumas das características tapadas na última obra. O seu interior encontra-se dividido em 3 naves, separadas por 6 arcos de volta perfeita.

No outro lado da estrada, em frente à Igreja, fica o espectacular Império de São Sebastião, com as suas bonitas cores e pinturas.

O nosso almoço foi feito no Restaurante ‘Os Moinhos’, que é um antigo moinho e tem uma decoração muito rústica e bonita.

Depois da refeição descemos até à Piscina Natural de São Sebastião, onde o mar estava com muita agitação, por a maré estar a encher.

Continuámos então até às maravilhosas Piscinas Naturais de Porto Martins!

Esta fantástica zona balnear é vigiada e tem todas as infraestruturas necessárias para passar um excelente dia. Um exemplo disso são as casas-de-banho, abertas ao público, sem necessidade de pedir a chave a ninguém. Bonitas e cheias de pormenores decorativos, mesmo dentro das cabines, com cabides originais e artesanais e espelhos pendurados por cordas, a imitar as vigias dos barcos… um luxo! 😊

Também aqui existe um sinal que vimos em várias zonas balneares… achei a ideia formidável! Qualquer cão que ande a passear é imediatamente informado que ali não pode fazer as necessidades! 😆

Um pouco mais à frente fica o Porto Sr. Guilherme, antigo porto de pesca com piscinas naturais, que serve de zona balnear para os locais ou para quem gosta de estar afastado da confusão.

O nosso trajecto continuou até ao Império do Espírito Santo de Porto Martins, que tem uma Despensa ao lado. Foram ambos edificados em 1902!

Seguindo pela mesma estrada passámos pela Baía das Canas, que foi melhorada recentemente. Está em curso um programa de valorização para todas estas piscinas fora do centro que, por enquanto, ainda não são vigiadas.

A próxima paragem foi na Praia da Vitória, que merece uma visita demorada. Deixámos o carro no parque que fica junto ao Largo da Batalha e percorremos a localidade a pé! 😊

Na foto acima vê-se o Monumento ao Emigrante, uma das homenagens deste bonito Largo, que tem um hotel e vários restaurantes. Penso ser uma boa alternativa para quem não quiser ficar em Angra do Heroísmo. É também aqui que ficam a marina e o Monumento aos Homens do Mar, que se destaca no centro.

Durante a caminhada encontrámos o Império do Espírito Santo dos Marítimos, que juntámos à colecção. Não consegui ter a certeza de quantas destas pérolas da arquitectura nacional existem, porque o número muda de fonte para fonte… algumas publicações contabilizam 68 e outras apenas 45!

Fomos andando até à Igreja do Senhor Santo Cristo, que é muito curiosa por fora e por dentro. As inscrições na fachada dizem que foi edificada em 1521, incendiada em 1921 e reedificada em 1924! 😊

O seu interior tem duas naves, separadas por uma parede central, o que faz com que pareçam duas igrejas juntas, com dois altares principais. O padre dá a missa em frente à separação, no meio dos dois altares! 😁

Outro dos templos por onde passámos foi a Igreja Matriz de Santa Cruz, fundada em 1456, que estava encerrada.

No seu adro está o monumento que marca o local onde foi proclamada a Restauração da Independência Portuguesa, por Francisco Ornelas da Câmara, em 1641.

Atravessámos depois o pequeno jardim que liga a Igreja aos Paços do Concelho. 🙂

A Praça Francisco Ornelas da Câmara é onde se encontra a Câmara Municipal, estando também lá situada a Estátua da Liberdade. Classificado como Imóvel de Interesse Público, o edifício dos Paços do Concelho remonta ao século XVI, tendo sofrido obras após o sismo da 1614. É de destacar a sua torre sineira, a sua escadaria exterior e o brasão municipal com as antigas armas portuguesas!

Daqui continuámos até ao parque, onde tínhamos deixado o carro, passando pela Rua de Jesus. É uma rua dedicada ao comércio, onde não circulam carros, que termina com o Mercado Municipal num lado e o Jardim da Praia da Vitória no outro. Nela podemos observar mais um exemplo do fantástico trabalho em calçada, que é feito na ilha! 😉

O destino seguinte foi o imponente Miradouro do Facho, que se avista da baía.

O Miradouro do Facho é o local onde antes era mantida uma fogueira acesa, todas as noites, servindo como farol! Agora tem o Monumento do Imaculado Coração de Maria, padroeira da cidade. Começou a ser construído em 1983, mas só foi inaugurado em 1999 e é composto por uma estátua de bronze, com 6 metros, em cima de um pedestal com 16 metros de altura.

Entretanto, aqui no cimo da serra, descobrimos o Baloiço da Praia, uma moda que também chegou à Terceira! Ao lado está a réplica de um Telégrafo Óptico, que foi o principal instrumento de comunicação na ilha, entre 1829 e 1855.

Daqui regressámos à Praia da Vitória, para apanharmos a estrada para a Serra do Cume, e passámos pelo bonito Império da Caridade! 😊

O objectivo da tarde era chegar ao espectacular Miradouro da Serra do Cume, que permite ter uma magnífica visão daquilo que é conhecido como Manta de Retalhos, o enorme campo verde da ilha, dividido pelos seus muros negros!

Para quem não gosta de alturas, é desnecessário subir a miradouros para observar esta manta, é a paisagem dominante em grande parte da ilha… mas a vista daqui é realmente fabulosa! Apesar de termos apanhado um dia com alguma neblina, como já referi, aqui fica o que conseguimos ver! 😍

Maravilhados com esta serra, fizemos o caminho de volta para Angra do Heroísmo e, já na cidade, tirámos uma fotografia ao Império dos Inocentes da Guarita! 😁

Fomos para o hotel descansar um bocado, fazendo depois uma refeição rápida no Café Aliança. A noite continuou com um passeio pela zona da Sé!

Durante a volta, enquanto descíamos para a marina para depois regressar ao hotel, passámos por um excelente trabalho de Mariana, a Miserável! Este mural foi criado para a 3ª edição do festival Walk&Talk, que se realizou em 2018.

Dia 6
No último dia, após o pequeno-almoço, fizemos o checkout no hotel e confirmámos o transfer para o aeroporto, pedindo que nos guardassem a bagagem até às 16h30, hora da partida.
Fomos então fazer a despedida desta bonita cidade, onde gostámos de tudo… até dos candeeiros de rua, que têm um vaso de flores incorporado! 😁

Continuámos o nosso passeio até à Praia de Angra do Heroísmo, também conhecida como Prainha. Fica situada junto à marina, é vigiada, possui sanitários e tem aluguer de chapéus de sol e espreguiçadeiras.

Pelo caminho passámos por uma engraçada varanda-miradouro, tendo a minha tia aproveitado para descansar a ver o mar! 😁

A seguir atravessámos as Portas da Prata, sobre as quais apenas conseguimos saber o nome!

Passadas as Portas, chegámos ao Parque Municipal do Relvão, onde já tínhamos estado. Ficámos bem impressionados com este recinto de lazer para famílias, que agora conseguimos percorrer e ver melhor.

Além de útil, divertido e relaxante, o Parque também oferece uma excelente vista sobre a baía! 😊

Regressámos para o centro e, ao passarmos de novo pela Prainha, vimos um artista a começar um desenho na areia.

Decidimos almoçar, como seria de esperar, no Restaurante ‘O Chico’. Fomos, mais uma vez, servidos com qualidade e muita simpatia! 😉

Depois do excelente almoço apreciámos um curioso trabalho de arte urbana, feito numa ruína que fica quase em frente ao restaurante. Fantástico trabalho, com relevo e muitos pormenores! 😍

Para ajudar a fazer a digestão, continuámos o nosso passeio e fomos para a bonita Marina de Angra do Heroísmo!

Percorremos o passadiço, que está coberto de graffitis e proporciona uma vista maravilhosa sobre a cidade!

Posteriormente, devido à proximidade com o hotel e como ainda tínhamos algum tempo, fomos visitar novamente o Jardim Duque da Terceira.

Daqui fizemos o caminho de volta para o nosso alojamento, onde apanhámos o transfer para o aeroporto. Chegámos cedo o suficiente para lanchar e descansar antes de partirmos para Lisboa, onde ficámos a pernoitar.

Espero que tenham gostado do nosso roteiro e que vos ajude a preparar uma viagem à Ilha. Eu fiquei com vontade de voltar, para rever algumas coisas e ver tudo o que não consegui! Qualquer dúvida que tenham deixem nos comentários que tentarei ajudar, com o que for possível!
Deixo-vos com uma das muitas frases escritas no muro da Marina… boas viagens para todos! 😊
